sexta-feira, 6 de abril de 2012

Dividir o que sabe é missão prá poucos!!!!!!

Tenho, há muito, trabalhado para aumentar meus conhecimentos tecnológicos.Já não me considero analfabeta.Digamos que estou no Jardim ll.
Sem nenhuma empáfia, tenho Ipod,Ipad,net,not,max,meio,mini e midi book, até porta retrato que funciona com pen drive, para que as fotos fiquem passeando.
E?!
Pelo andar da carruagem vão aí, 3 décadas para dominar tudo.
Pois é! Algumas coisas sei fazer, como trabalhar com power point, por exemplo. Demorou, mas aprendi.Ainda falta caprichar nas exibições, mas faço bonitinho.
Mas... o porquê de todo este histórico? Pelo simples desespero que traz o desconhecimento.
O fato de já ter virado meio século-falando assim parece muito, né?
Não é não! Ainda estou muito bem. Dá prá perceber que a autoestima vai melhor ainda.
Mas...após os 50 anos a memória trai, o que me serve de desculpas. Que pena!
É verdade e aí o desespero.
Neste particular, eu abuso da posição profissional de coordenadora de adolescentes e peço socorro.
Olha o aprendizado! Eles morrem de rir e me "zoam" de forma... educada.Eu me divirto, não ligo e humildemente me coloco no lugar de aprendiz.
Eles adoram me ensinar, mas...
É a virada do jogo!
E aí reflito.
O professor em sala, repete, repete, repete e o aluno não aprende, não aprende, não aprende.(guardadas as particularidades), que nem eu.
Os meus "professores",são rápidos e impacientes. Me ensinam assim:
-Pô Marcia!
É só apertar ctrlc -ctrlv- altgr- del- depois, shift- pause break- seta para baixo- seta prá cima- pro lado- backspace - dá enter.
-Tá pronto!
E eu...
Cadê eu?...
Ensinar é missão prá poucos!

quinta-feira, 29 de março de 2012

O FUTURO E A EDUCAÇÂO ???!!!

Acabo de ler dois artigos publicados no Correio Braziliense desta semana.
O primeiro do Ari Cunha,em sua coluna " Visto, Lido e Ouvido" e o outro da PhD em Educação Ignez Martins, intitulado "(...) revolução da educação."
Ari Cunha, inicia o seu texto colocando que um dos maiores problemas enfrentados pelos professores é a falta de interesse dos pais pela vida escolar de seus filhos. Eu não diria tanto, mas existe muito de verdade.
Ignez, aborda a formação dos professores e diretores como sendo este, o ponto fundamental para que se desenvolva o prazer de ensinar.
E eu me desespero!!!!!!!
Meu cotidiano, alinhava tudo isso.
Desabafo!!!!
Os pais, quando casados, salvo exceções, são presentes ou apenas um deles se apresenta como "preocupado"(geralmente a mãe) e mesmo assim, descarregam todas as suas atividades e o corre-corre do vida agitada, como empecilho para ofertar uma assistência maior.
Quando separados, aí...a situação piora, porque na tentativa de "mostrar o chamado interesse", um joga a culpa no outro.
Assim, o filho fica à deriva e a escola que socorra.
Com relação a formação?!
As faculdades estão fechando os cursos de licenciatura, o que é péssimo:
-Quem quer ser professor?
O salário não é determinante para afastar o professor da sala de aula, ou...não é só isso.
É muito maior a questão, quando tocamos na falta de educação, no abuso, no cinismo,no deboche,no pouco caso, na falta de comprometimento,e,e,e dos alunos, e na falta de apoio da família, para as ações da escola.
Costumo dizer que os filhos não são os alunos e vice-versa.
Assim, quem está disposto?
Os dois artigos são especialíssimos, porque a tal resiliência citada, está cansada.
Os professores antigos, aqueles que têm 30 /35 anos de profissão e que a escolheram pela beleza da missão, estão em processo de aposentadoria e os que chegam, encaram o seu fazer, como um emprego, como outro qualquer.
NÃO É!
Por isso, todos agonizam.
E como na educação a resposta é a longo prazo...
Esperemos pelo futuro.