Meus ídolos
Toda vez que penso em idolatria, reporto-me aos bezerros de ouro, ou as atitudes faraônicas. Porém, muito longe disto, quero falar dos meus ídolos. Apenas dois , neste quase meio século de existência:
AYRTON SENNA & MICHAEL JACKSON,
Toda vez que penso em idolatria, reporto-me aos bezerros de ouro, ou as atitudes faraônicas. Porém, muito longe disto, quero falar dos meus ídolos. Apenas dois , neste quase meio século de existência:
AYRTON SENNA & MICHAEL JACKSON,
meus coetâneos.
Duas criaturas com começos de vidas tão diferentes, mas com trajetórias de reconhecimento, quase iguais.
Minha paixão por Michael Jackson nasceu e caminhou junto com ele, ou seja,todo o seu tempo de sucesso.
Com Ayrton começou mais tarde e ficou na fatídica curva em Ímola. Restaram, claro, as lembranças.
Despertei para o Ayrton Senna, quando ele começou a correr pela Toleman e desde então,não perdia uma só tomada de tempo.
As corridas?
Essas nem pensar. Qualquer programação no domingo, só após a bandeirada.
Vivi todas as suas vitórias.
Duas criaturas com começos de vidas tão diferentes, mas com trajetórias de reconhecimento, quase iguais.
Minha paixão por Michael Jackson nasceu e caminhou junto com ele, ou seja,todo o seu tempo de sucesso.
Com Ayrton começou mais tarde e ficou na fatídica curva em Ímola. Restaram, claro, as lembranças.
Despertei para o Ayrton Senna, quando ele começou a correr pela Toleman e desde então,não perdia uma só tomada de tempo.
As corridas?
Essas nem pensar. Qualquer programação no domingo, só após a bandeirada.
Vivi todas as suas vitórias.
Gritava, chorava, pulava...me sentia vitoriosa, junto. Meus vizinhos colocavam tapa ouvidos, porque o “tema da vitória”, tocava no último volume.
Exagero?
Dane-se! Tô nem aí!
Ganhava meu domingo e alegria de ser brasileira.
Naquele 1* de maio de 1994, minha dor foi imensa.
Ouvir o Cabrini dizer:
_”Morreu Ayrton Senna da Silva”, repetidas vezes...
Chorei muito e por muitos dias.
Naquele mês, na escola onde trabalhava, não teve festa para as mães, porque era eu quem organizava e ninguém quis fazer em meu lugar.
Dei aula de óculos escuros e não conseguia ver TV nem ouvir rádio.
Intenso?
Sim! Muito!
Tempos depois numa conversa, a família me sacaneou.
_ Viúva de Ayrton Senna?
_Xuxa? Galisteu?
_ Que nada, Marcia Mello e ele nem sabia.
Foi duro! Desde então, nunca mais assisti a uma corrida de fórmula 1.
Com Michael Jackson, foi diferente.
Enquanto a galera da minha adolescência falava em Rolling Stones, Eric Clapton e Santana, eu romanticamente ouvia Music and me e estava apaixonada pelo negro de Indiana. O mais novo do grupo, que cantava canções melosas, apanhava do pai todo dia e cresceu ouvindo que era horrível, sem coragem até pra se olhar no espelho e sem amigos.
Comprei discos, gravei documentários ,clipes, miniséries e acompanhei as transformações.
Fã da sua genealidade, passei pro meu filho a influência, da dança do soul americano, do hip hop. Hoje, meu filho mora longe e faz o que foi despertado por Michael Jackson.
E...mãe coruja, é tão lindo no palco quanto.
Desta vez chorei menos, mas senti muito, muito mesmo.
Não julgo e a ninguém cabe julgar o ser humano Michael Jackson,
Exagero?
Dane-se! Tô nem aí!
Ganhava meu domingo e alegria de ser brasileira.
Naquele 1* de maio de 1994, minha dor foi imensa.
Ouvir o Cabrini dizer:
_”Morreu Ayrton Senna da Silva”, repetidas vezes...
Chorei muito e por muitos dias.
Naquele mês, na escola onde trabalhava, não teve festa para as mães, porque era eu quem organizava e ninguém quis fazer em meu lugar.
Dei aula de óculos escuros e não conseguia ver TV nem ouvir rádio.
Intenso?
Sim! Muito!
Tempos depois numa conversa, a família me sacaneou.
_ Viúva de Ayrton Senna?
_Xuxa? Galisteu?
_ Que nada, Marcia Mello e ele nem sabia.
Foi duro! Desde então, nunca mais assisti a uma corrida de fórmula 1.
Com Michael Jackson, foi diferente.
Enquanto a galera da minha adolescência falava em Rolling Stones, Eric Clapton e Santana, eu romanticamente ouvia Music and me e estava apaixonada pelo negro de Indiana. O mais novo do grupo, que cantava canções melosas, apanhava do pai todo dia e cresceu ouvindo que era horrível, sem coragem até pra se olhar no espelho e sem amigos.
Comprei discos, gravei documentários ,clipes, miniséries e acompanhei as transformações.
Fã da sua genealidade, passei pro meu filho a influência, da dança do soul americano, do hip hop. Hoje, meu filho mora longe e faz o que foi despertado por Michael Jackson.
E...mãe coruja, é tão lindo no palco quanto.
Desta vez chorei menos, mas senti muito, muito mesmo.
Não julgo e a ninguém cabe julgar o ser humano Michael Jackson,
“cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é” .
Fico com todas as alegrias proporcionadas pela sua genealidade .
Fico com todas as alegrias proporcionadas pela sua genealidade .
Com todas as vivências que suas músicas me deram, com as mais lindas lembranças do maior astro pop que conheci.
Caiu o pano, duas vezes!
Caiu o pano, duas vezes!

2 comentários:
Marcia, tava mexendo num site e lembrei o que vc pediu. Aproveitei pra ler o seu blog. Adorei! E passei pra minha irma que é blogueira e também muito fã do Ayrton senna ! Vc sabe mexer na programacao do template? Em todo caso, minha irma que é expert em divulgacao de blogs, daqui a pouco pinta por aqui pra te dar dicas!
marcia eu amei o seu texto sobre michael e o arton sienna foi muito lindo eu chorei quando eu li muitos beijos da sua querida aluna carolzinha te amo marcia vc é melhor cordenadora que eu ja tive .
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